(E depois ainda tem gente que diz que a torcida do Flamengo não é grande. Eu - enquanto flamenguista - não me incomodo com as derrotas e vitórias de qualquer outro time, exceto se o perdedor for o próprio Flamengo. Mas é impressionante como todos os outros torcedores - ao menos em sua maioria - ficam divididos entre torcer a favor de seu time e contra o Flamengo. Não que sejam excludentes - não são.
Respeito a vida vazia de vocês que buscam motivação nas derrotas do Flamengo (aquela velha história de perder levando alguém junto, eu sei como é). Por serem meus amigos, eu nada direi. E manterei os comentários ao post abaixo, que não será apagado.)
===
Nada de novo no reino da Dinamarca. Exceto que Pedro - sim, Pedro, você - irá trabalhar comigo.
E por pouco não trabalha comigo COMIGO, do meu lado. Eu aceito os agradecimentos depois por não ter lembrado meu chefe - durante uma reunião - que ele deixou escapar entre os dedos a única pessoa dentre os convocados que tem um mínimo de noção de como funcionam os contratos de telecomunicações e o que raios são todas aquelas resoluções da Anatel...
Ah se eu tivesse entrado no blog antes e lido seu comentário...
If only...
===
Eu juro que não estou virando trekker (e não trekkie).
Mas esse comentário eu faço só para aqueles que chegaram a assistir o original (com Spock e Kirk) e depois depararam-se com a nova geração (com Data e Piccard).
Diferenç principal: Kirk não dava a mínima para o universo e todas as suas 9 dimensões, queria apenas salvar a própria pele e, com alguma sorte, salvar a tripulação e os passageiros da Enteprise. Piccard não. Piccard tomou como missão salvar todo o universo de qualquer ameaça. A nave está inteira, todos estão salvos, ele pode ir embora, mas ele fica, arriscando tudo por conta de um planetinha agrícola que provavelmente demorará milhares de anos para se recuperar e cuja população foi reduzida a 1/10...
Aliás e a propósito, por falar em Jornada nas Estrelas, acompanhem as minhas frases de efeito no msn (óbvio, aqueles que tiverem meu msn) e aqui no cabeçalho do blog. No próximo post (que não será sobre o Flamengo, o Gloriso, por motivos óbvios que fogem ao meu controle, ao meu senso crítico e ao meu pé-quente) eu explico a origem.
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sábado, maio 10, 2008
quarta-feira, maio 07, 2008
Pra não perder o hábito
Tem mais tudo. Menos sofredor
"A favela está em festa", diz alguém aqui no jornal, em tom de deboche. E o Leblon também. Assim com Ipanema, Copacabana, Tijuca, Barra...
É uma torcida tão grande que vai ser maioria no morro, nos bairros chiques, nas localidades de classe média, nos condomínios, nos loteamentos clandestinos, nas coberturas...
"Na torcida do Flamengo tem mais gordo, mais magro, mas feio, mais bonito, mais rico, mais pobre, mais bandido, mais gente honesta que em qualquer lugar. Tem simplesmente mais qualquer coisa que se pensar", diz um colega ao lado.
"Só não tem mais sofredor", faz a ressalva outro colega. "Afinal de contas, os vascaínos sofrem duas vezes. Quando o Vasco perde e quando o Flamengo ganha."
Mauro Ventura
===
Faz sentido.
E hoje tem Maraca. =)
"A favela está em festa", diz alguém aqui no jornal, em tom de deboche. E o Leblon também. Assim com Ipanema, Copacabana, Tijuca, Barra...
É uma torcida tão grande que vai ser maioria no morro, nos bairros chiques, nas localidades de classe média, nos condomínios, nos loteamentos clandestinos, nas coberturas...
"Na torcida do Flamengo tem mais gordo, mais magro, mas feio, mais bonito, mais rico, mais pobre, mais bandido, mais gente honesta que em qualquer lugar. Tem simplesmente mais qualquer coisa que se pensar", diz um colega ao lado.
"Só não tem mais sofredor", faz a ressalva outro colega. "Afinal de contas, os vascaínos sofrem duas vezes. Quando o Vasco perde e quando o Flamengo ganha."
Mauro Ventura
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Faz sentido.
E hoje tem Maraca. =)
quarta-feira, abril 23, 2008
Ah o Flamengo...
Disse o Cris que eu perdi um jogão não indo ao Maracanazinho assistir Flamengo x Corrientes.
Pelo preço eu deveria ter ido. Pela torcida também. E aparentemente pelo jogo.
Estava me arrependendo de não ter ido enquanto via o Flamengo (peladeiros de plantão) tomarem um escaldo bonito do Bolognesi na tal goleada que aconteceria hoje. Jogaram água na fogueira, enquanto todos os rubro-negros se perguntavam que diabos tinha acontecido com o time.
São Jorge não é o padroreiro do Flamengo, mas não seria certo que no dia de um santo nosso time - abençoado com certa regularidade - fosse abandonado à própria sorte, aos passes bisonhos do Léo Moura (que que é isso, Perla..) e ao Souza.
(Aliás, eu me pergunto o que será do Souza quando Joel mudar de continente...)
Depois de um 1o tempo assombrosamente sem gols e de assistir a zaga do Bolognesi fechar-se - até com jogadores usando o próprio corpo como escudo -, depois de gols perdidos sabe-se lá como, uma falta. A torcida grita, o Maraca inteiro grita "Bruno! Bruno!" e ele caminha em direção ao gol.
Eu só conseguia pensar no nosso gol lá, abandonado, sozinho, e tão, tão longe de onde o Bruno estava agora parado, conversando, ajeitando a bola. Foram segundos - segundos - de hesitação. Minha hesitação, não dele e nem da galera que virou minha companheira de cadeira amarela. Ninguém hesitou, além de mim. Nem o goleiro do Bolognesi, que teve a certeza do erro do Bruno. Cobrança perfeita, a bola fez uma sutil curva, encaixando-se delicadamente no canto esquerdo do goleiro. Lindo. O Maraca explodiu, a torcida comemorava o gol, o Bruno, o gol do Bruno, tudo. E eu gritava junto.
Poético e simbólico. No dia de São Jorge, santo guerreiro, protetor, quem abriu o placar foi o nosso protetor, o melhor goleiro do Brasil, pqp. Indicou o caminho, abriu os braços pros jogadores e sorriu, calado, em paz. Outro gol? Do Obina? Eu não lembro. Nada ofuscou o gol do Bruno, meu caro Thales...
Arrependida de não ter ido ao basquete? Talvez.
Feliz por ter ido ao futebol? Aos 40min do segundo tempo eu respondi. "Valeu a pena ter vindo a esse jogo só por esse gol do Bruno."
===
Temos musiquinha nova para os jogos contra o Fluminense. Uma pena que o horário não me permite revelá-la...
===
Bruno, eu te amo!
(Cumprindo uma promessa.. rs)
Pelo preço eu deveria ter ido. Pela torcida também. E aparentemente pelo jogo.
Estava me arrependendo de não ter ido enquanto via o Flamengo (peladeiros de plantão) tomarem um escaldo bonito do Bolognesi na tal goleada que aconteceria hoje. Jogaram água na fogueira, enquanto todos os rubro-negros se perguntavam que diabos tinha acontecido com o time.
São Jorge não é o padroreiro do Flamengo, mas não seria certo que no dia de um santo nosso time - abençoado com certa regularidade - fosse abandonado à própria sorte, aos passes bisonhos do Léo Moura (que que é isso, Perla..) e ao Souza.
(Aliás, eu me pergunto o que será do Souza quando Joel mudar de continente...)
Depois de um 1o tempo assombrosamente sem gols e de assistir a zaga do Bolognesi fechar-se - até com jogadores usando o próprio corpo como escudo -, depois de gols perdidos sabe-se lá como, uma falta. A torcida grita, o Maraca inteiro grita "Bruno! Bruno!" e ele caminha em direção ao gol.
Eu só conseguia pensar no nosso gol lá, abandonado, sozinho, e tão, tão longe de onde o Bruno estava agora parado, conversando, ajeitando a bola. Foram segundos - segundos - de hesitação. Minha hesitação, não dele e nem da galera que virou minha companheira de cadeira amarela. Ninguém hesitou, além de mim. Nem o goleiro do Bolognesi, que teve a certeza do erro do Bruno. Cobrança perfeita, a bola fez uma sutil curva, encaixando-se delicadamente no canto esquerdo do goleiro. Lindo. O Maraca explodiu, a torcida comemorava o gol, o Bruno, o gol do Bruno, tudo. E eu gritava junto.
Poético e simbólico. No dia de São Jorge, santo guerreiro, protetor, quem abriu o placar foi o nosso protetor, o melhor goleiro do Brasil, pqp. Indicou o caminho, abriu os braços pros jogadores e sorriu, calado, em paz. Outro gol? Do Obina? Eu não lembro. Nada ofuscou o gol do Bruno, meu caro Thales...
Arrependida de não ter ido ao basquete? Talvez.
Feliz por ter ido ao futebol? Aos 40min do segundo tempo eu respondi. "Valeu a pena ter vindo a esse jogo só por esse gol do Bruno."
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Temos musiquinha nova para os jogos contra o Fluminense. Uma pena que o horário não me permite revelá-la...
===
Bruno, eu te amo!
(Cumprindo uma promessa.. rs)
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Post onomatopaico
Do alto da arquibancada amarela eu vi tudo, tudinho, em riqueza de detalhes. Viu até a bola na trave aos 49 (ou 50?) do segundo tempo, quando a torcida já comemorava o título. Chance desperdiçada pelo Botafogo, que poderia ali decidir a partida levando para os pênaltis.
Justiça seja feita, o Bruno é muito bom. Como diria um dos comentaristas da rádigo globo, o cara consegue desviar a bola com o olho!!! Porque só isso justifica o fato de ele não ter se movido, acompanhando com o olhar, numa calma desconcertante, aquele mensageiro do mal redondo e voador que atingiu a baliza em cheio.
Vai entender.
14h15 eu consigo entrar no estádio depois de estacionar o carro na minha empregadora - uma muvuca inacreditável para um jogo que começaria as 16h e começou efetivamente às 16h10.
Um primeiro tempo murcho, xoxo, e eu pensando que pela primeira vez em 3 semanas conseguiria manter minha voz para o primeiro dia de trabalho.
Nada... o segundo tempo exigiu tudo que minhas cordas vocais tinham para dar, fosse cantando, fosse xingando, fosse berrando, fosse vaiando, fosse simplesmente emitindo barulhos sem qualquer sentido. Tudo para exaltar o time, empurrar os jogadores até o empate, desmoralizar os alvinegros ou afogar seus gritos de guerra em uma saraivada de vaias e apitos.
Até o penâlti. Um colega sensato ainda tentou acalmar um milionésimo da multidão. "Não se comemora algo que ainda não se tem, pelo menos espera o cara bater...", era o que ele dizia com os olhos. Nada... a comemoração evitou que o Maracanã caísse quando o gol saiu, porque eu tenho certeza que se parte da torcida não tivesse começado a descarregar a energia acumulada em um tempo e meio de stress, era bem provável que a fiscalização do CREA e o certificado para casos de incêndio e pânico de nada servissem...
Empate marcado, Tardelli em campo, gol da virada... foi só comemoração, dos 46min até o apito final do juiz, com direito a lance de perigo extremo - aquele no qual Bruno, bisonhamente, acompanhou a trajetória da bola até a trave.
===
João, você tinha que ter ido, João. Cadeira amarela lotada, bolinha branca na mão, bandeirão do lado e abaixo, muuuuitas músicas... 4a tem Libertadores e eu estarei lá.
Essa é pra você aprender:
"Chora, vascaíno, o sonho acabou
e o vice agora é do Fogo!!!"
Saudações rubro-negras de bicampeão.
===
Ahh faltou a onomatopéia...
Créu. =)
Justiça seja feita, o Bruno é muito bom. Como diria um dos comentaristas da rádigo globo, o cara consegue desviar a bola com o olho!!! Porque só isso justifica o fato de ele não ter se movido, acompanhando com o olhar, numa calma desconcertante, aquele mensageiro do mal redondo e voador que atingiu a baliza em cheio.
Vai entender.
14h15 eu consigo entrar no estádio depois de estacionar o carro na minha empregadora - uma muvuca inacreditável para um jogo que começaria as 16h e começou efetivamente às 16h10.
Um primeiro tempo murcho, xoxo, e eu pensando que pela primeira vez em 3 semanas conseguiria manter minha voz para o primeiro dia de trabalho.
Nada... o segundo tempo exigiu tudo que minhas cordas vocais tinham para dar, fosse cantando, fosse xingando, fosse berrando, fosse vaiando, fosse simplesmente emitindo barulhos sem qualquer sentido. Tudo para exaltar o time, empurrar os jogadores até o empate, desmoralizar os alvinegros ou afogar seus gritos de guerra em uma saraivada de vaias e apitos.
Até o penâlti. Um colega sensato ainda tentou acalmar um milionésimo da multidão. "Não se comemora algo que ainda não se tem, pelo menos espera o cara bater...", era o que ele dizia com os olhos. Nada... a comemoração evitou que o Maracanã caísse quando o gol saiu, porque eu tenho certeza que se parte da torcida não tivesse começado a descarregar a energia acumulada em um tempo e meio de stress, era bem provável que a fiscalização do CREA e o certificado para casos de incêndio e pânico de nada servissem...
Empate marcado, Tardelli em campo, gol da virada... foi só comemoração, dos 46min até o apito final do juiz, com direito a lance de perigo extremo - aquele no qual Bruno, bisonhamente, acompanhou a trajetória da bola até a trave.
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João, você tinha que ter ido, João. Cadeira amarela lotada, bolinha branca na mão, bandeirão do lado e abaixo, muuuuitas músicas... 4a tem Libertadores e eu estarei lá.
Essa é pra você aprender:
"Chora, vascaíno, o sonho acabou
e o vice agora é do Fogo!!!"
Saudações rubro-negras de bicampeão.
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Ahh faltou a onomatopéia...
Créu. =)
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Esse sangue negro e viscoso,
Eu teria um desgosto profundo
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Eu teria um desgosto profundo
Foi a primeira vez que eu fui domingo ao Maracanã ver jogo do Flamengo e não cantei a clássica música...
Tô me sentindo frustrada até agora.
===
Mas valeu a estréia da musiquinha nova da torcida:
"Ê ê-ê ê-ê-ê-ê-ê...
Vice pra sempre!"
E olha que nem foi decisão... rs
Tô me sentindo frustrada até agora.
===
Mas valeu a estréia da musiquinha nova da torcida:
"Ê ê-ê ê-ê-ê-ê-ê...
Vice pra sempre!"
E olha que nem foi decisão... rs
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Esse sangue negro e viscoso,
Eu teria um desgosto profundo
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Domingo no Maracanã
Não vou dizer que a derrota passou suave com os comentários de "tudo bem, já estávamos classificados", "foi o time reserva", "Deus existe e é bom com os mais fracos".
A derrota tá engasgada. Tão engasgada que eu nem farei comentários sobre o jogo.
Mas domingo estaremos lá.
Estaremos, Michel.
"Eu sempre te amarei, onde estiver, estarei, ó meu Mengo!"
===
Acho que só quem estava no Maraca ontem viu as torcidas após o jogo ser interrompido por falta de luz.
Young Flu de um lado, Jovem do outro. As torcidas cantavam e se desafiavam. Um tiquinho de nada da Raça fazia o mesmo, debaixo da chuva torrencial. De repente, Jovem e Raça correram para o meio da arquibancada verde. Transformaram o desafio em uma massa que gritava e encarava a Young, que não teve alternativa a não ser unir-se aos 10 bravos da outra torcida do Fluminense ( o nome? sei lá!). Foi patético ver a tentativa do Flu, enquanto o Maraca em uníssono (porque a Nação sempre é maioria) gritava "É união! É união!"
A derrota tá engasgada. Tão engasgada que eu nem farei comentários sobre o jogo.
Mas domingo estaremos lá.
Estaremos, Michel.
"Eu sempre te amarei, onde estiver, estarei, ó meu Mengo!"
===
Acho que só quem estava no Maraca ontem viu as torcidas após o jogo ser interrompido por falta de luz.
Young Flu de um lado, Jovem do outro. As torcidas cantavam e se desafiavam. Um tiquinho de nada da Raça fazia o mesmo, debaixo da chuva torrencial. De repente, Jovem e Raça correram para o meio da arquibancada verde. Transformaram o desafio em uma massa que gritava e encarava a Young, que não teve alternativa a não ser unir-se aos 10 bravos da outra torcida do Fluminense ( o nome? sei lá!). Foi patético ver a tentativa do Flu, enquanto o Maraca em uníssono (porque a Nação sempre é maioria) gritava "É união! É união!"
sexta-feira, novembro 16, 2007
A volta dos que não foram
Então eu e Cris acabamos de sair da Catedral e estamos atravessando uma das principais avenidas de Buenos Aires, indo em direção à Casa Rosada.
Dois homens atravessam a rua no outro sentido.
Um deles magro, branco, cabelos cacheados e castanhos. Sorri para nós dois. Ambos estamos com a camisa do Flamengo.
Passamos pelos homens com uma sensação estranha.Ao chegar do outro lado da rua, olhamos um para o outro, arregalamos os olhos, começamos a rir. Eu quebro a estupefação, falando:
- Cara, aquele ali não era o Kenny G??
- Era!
- Po, foi difícil reconhecer sem o saxofone!
Gargalhadas depois, passamos por este anúncio:

Ahh como eu me arrependo não ter pedido um autógrafo e tirado foto...
===
Nota: ele estava exatamente igual, com a mesmíssima camisa e o mesmo cabelo; mas admito que foto de outdoor engorda o fotografado.
Dois homens atravessam a rua no outro sentido.
Um deles magro, branco, cabelos cacheados e castanhos. Sorri para nós dois. Ambos estamos com a camisa do Flamengo.
Passamos pelos homens com uma sensação estranha.Ao chegar do outro lado da rua, olhamos um para o outro, arregalamos os olhos, começamos a rir. Eu quebro a estupefação, falando:
- Cara, aquele ali não era o Kenny G??
- Era!
- Po, foi difícil reconhecer sem o saxofone!
Gargalhadas depois, passamos por este anúncio:
Ahh como eu me arrependo não ter pedido um autógrafo e tirado foto...
===
Nota: ele estava exatamente igual, com a mesmíssima camisa e o mesmo cabelo; mas admito que foto de outdoor engorda o fotografado.
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Do nada...,
Eu teria um desgosto profundo,
Imagem e palavra,
Ninguém merece...
terça-feira, agosto 28, 2007
Insólito demais pra ser verdade.
Cheguei cedo na Petrobras, fui pro jardim tomar café com João, o estagiário louco. Conversamos até quase 8h30. Poucas pessoas tinham chegado. Uma 3a feira com cara de 6a, mas eu jurava que já era 4a.Passei a manhã toda chamando pessoas para irem hoje a um jogo que só acontecerá amanhã.
13h, resolvo tirar minha hora de almoço. Onde? Na fila do Maraca. Pagando meia. A minha meia e as inteiras de muitas outras pessoas. Eu, Leandro e João, o estagiário maluco.
Volto para a Petrobras quase 15h. Uma hora a menos no meu banco de horas, um ingresso a mais na bolsa e planos audaciosos para amanhã (qual roupa, qual calçado, que horas, quem, onde). Amanhã terei plantão. Ou hoje, segundo meu calendário pessoal e enlouquecido...
E então, em um bota-fora particularíssimo (VIPs only), eu e Pedro passamos o resto da tarde trocando telefonemas. O objetivo era saber se afinal de contas o centro da cidade recepcionaria ambos ou não.
A chuva tentou, a chuva se esforçou, mas a chuva não conseguiu.
Depois de ir até o Edita (o Torre Almirante) pegar "V de Vingança" (a graphic novel, não o filme), combinamos de ir até o McDonald's da São José esperar a chuva passar e o trânsito melhorar.
Eu peço um BigMac pra não perder o hábito e nos sentamos para conversar. Papo vai, papo vem, falamos sobre Anatel, Petrobras, lei 8666/93, e eu analiso meu presente de aniversário atrasado (o que vale é a intenção, oras!), a ser lido brevemente (Pantaleão e as visitadoras, quando percebo uma sombra se esgueirando rapidamente pelo chão.
Não era uma sombra. Era um rato. Um rato enorme. Gigantsco. Cerca de 20cm de velocidade, sem contar a cauda.
Pessoas levantam-se assustadas, mulheres dão gritinhos, um trabalhador-braçal-mão-de-obra-escrava do McDonald's olha com ar incrédulo. O gerente chega e começa a chutar os móveis, na esperança que o rato saísse de seu esconderijo e pulasse nas pernas desavisadas que continuavam subindo as escadas tranquilamente.
"Mas peraí! Ele quer MESMO tirar o rato do esconderijo dele AGORA?"
Eu não sei o que ele queria. Sei que ouvimos guinchos do pobre animal acuado, e nem eu, nem Pedro, quisemos esperar pelo desfecho. Praticamente escorreguei escada abaixo (já imaginando o rato atrás de mim, fugindo dos bicos do gerente) até chegar na rua.
As ruas molhadas, enlameadas, sujas e escuras do centro do Rio de Janeiro nunca me pareceram tão amistosas. Ao menos nelas eu teria pra onde correr. Ou poderia dar um bico eu mesma no bicho. Isso se ele se atrevesse a correr na minha direção.
Fracos, T. Fracos...
Não eu. Todos os outros.
Cheguei cedo na Petrobras, fui pro jardim tomar café com João, o estagiário louco. Conversamos até quase 8h30. Poucas pessoas tinham chegado. Uma 3a feira com cara de 6a, mas eu jurava que já era 4a.Passei a manhã toda chamando pessoas para irem hoje a um jogo que só acontecerá amanhã.
13h, resolvo tirar minha hora de almoço. Onde? Na fila do Maraca. Pagando meia. A minha meia e as inteiras de muitas outras pessoas. Eu, Leandro e João, o estagiário maluco.
Volto para a Petrobras quase 15h. Uma hora a menos no meu banco de horas, um ingresso a mais na bolsa e planos audaciosos para amanhã (qual roupa, qual calçado, que horas, quem, onde). Amanhã terei plantão. Ou hoje, segundo meu calendário pessoal e enlouquecido...
E então, em um bota-fora particularíssimo (VIPs only), eu e Pedro passamos o resto da tarde trocando telefonemas. O objetivo era saber se afinal de contas o centro da cidade recepcionaria ambos ou não.
A chuva tentou, a chuva se esforçou, mas a chuva não conseguiu.
Depois de ir até o Edita (o Torre Almirante) pegar "V de Vingança" (a graphic novel, não o filme), combinamos de ir até o McDonald's da São José esperar a chuva passar e o trânsito melhorar.
Eu peço um BigMac pra não perder o hábito e nos sentamos para conversar. Papo vai, papo vem, falamos sobre Anatel, Petrobras, lei 8666/93, e eu analiso meu presente de aniversário atrasado (o que vale é a intenção, oras!), a ser lido brevemente (Pantaleão e as visitadoras, quando percebo uma sombra se esgueirando rapidamente pelo chão.
Não era uma sombra. Era um rato. Um rato enorme. Gigantsco. Cerca de 20cm de velocidade, sem contar a cauda.
Pessoas levantam-se assustadas, mulheres dão gritinhos, um trabalhador-braçal-mão-de-obra-escrava do McDonald's olha com ar incrédulo. O gerente chega e começa a chutar os móveis, na esperança que o rato saísse de seu esconderijo e pulasse nas pernas desavisadas que continuavam subindo as escadas tranquilamente.
"Mas peraí! Ele quer MESMO tirar o rato do esconderijo dele AGORA?"
Eu não sei o que ele queria. Sei que ouvimos guinchos do pobre animal acuado, e nem eu, nem Pedro, quisemos esperar pelo desfecho. Praticamente escorreguei escada abaixo (já imaginando o rato atrás de mim, fugindo dos bicos do gerente) até chegar na rua.
As ruas molhadas, enlameadas, sujas e escuras do centro do Rio de Janeiro nunca me pareceram tão amistosas. Ao menos nelas eu teria pra onde correr. Ou poderia dar um bico eu mesma no bicho. Isso se ele se atrevesse a correr na minha direção.
Fracos, T. Fracos...
Não eu. Todos os outros.
sexta-feira, agosto 10, 2007
Falemos, então, do Flamengo.
Aparentemente deixou de ser tema-tabu, já que o povo clama pelo post (ou pela chance de poder sacanear quando eu publicar o post).
* * *
Saindo do futebol e indo para corridas de carro.
Não sei se isso demonstra a desesperança do próprio Flamengo com o 11-de-cada-lado, fato corroborado pela aparente adesão da torcida à nova modalidade esportiva, ou se isso comprova que Flamengo é Flamengo em campo, na quadra, na piscina e na pista.
Eu voto pela última opção, mas vocês podem dizer o que pensam...
(Mas é realmente inacreditável... Tem até o BR da PETROBRAS! Eu me pergunto se a gente autorizou o uso da marca nesse carro... rs)
Aparentemente deixou de ser tema-tabu, já que o povo clama pelo post (ou pela chance de poder sacanear quando eu publicar o post).
* * *
Saindo do futebol e indo para corridas de carro.
Não sei se isso demonstra a desesperança do próprio Flamengo com o 11-de-cada-lado, fato corroborado pela aparente adesão da torcida à nova modalidade esportiva, ou se isso comprova que Flamengo é Flamengo em campo, na quadra, na piscina e na pista.
Eu voto pela última opção, mas vocês podem dizer o que pensam...
(Mas é realmente inacreditável... Tem até o BR da PETROBRAS! Eu me pergunto se a gente autorizou o uso da marca nesse carro... rs)
quarta-feira, julho 11, 2007
Então estou eu no meu blog, tranquilamente lendo os comentários aos meus post, quando me deparo com alguém desconhecido. Tudo bem, desconhecidos podem ler meu blog e publicar comentários.
O tal desconhecido tem um blog sobre o Fla***** (ainda sujeita à restrição de tema, não posso colocar o nome todo), onde vários seres (humanos ou não, ainda não descobri) postam.
Visito o blog, leio posts antigos, passo uma tarde divertidíssima acompanhando tristeza compartilhada por rubro-negros fanáticos, apaixonados ou simplesmente simpatizantes (se bem que eu acho não poder alguém apenas "simpatizar" com o Fla*****; seria o mesmo que o coração bater pela metade: ou ele bate, ou não bate!).
Leio o perfil dos participantes. Engenheiros. De petróleo.
A ligação é imediata. Será? Não é possível, seria coincidência demais!
Procuro. Sim, é verdade.
Porque não é só nas minhas veias que corre sangue rubro-negro. E a PetroFla vai bombar, ao que parece...
* * *
Nota de rodapé: o que leva alguém a ter cara de pau suficiente para tirar a foto corporativa, do crachá, com uma camisa do Mengão?
O tal desconhecido tem um blog sobre o Fla***** (ainda sujeita à restrição de tema, não posso colocar o nome todo), onde vários seres (humanos ou não, ainda não descobri) postam.
Visito o blog, leio posts antigos, passo uma tarde divertidíssima acompanhando tristeza compartilhada por rubro-negros fanáticos, apaixonados ou simplesmente simpatizantes (se bem que eu acho não poder alguém apenas "simpatizar" com o Fla*****; seria o mesmo que o coração bater pela metade: ou ele bate, ou não bate!).
Leio o perfil dos participantes. Engenheiros. De petróleo.
A ligação é imediata. Será? Não é possível, seria coincidência demais!
Procuro. Sim, é verdade.
Porque não é só nas minhas veias que corre sangue rubro-negro. E a PetroFla vai bombar, ao que parece...
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Nota de rodapé: o que leva alguém a ter cara de pau suficiente para tirar a foto corporativa, do crachá, com uma camisa do Mengão?
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terça-feira, julho 10, 2007
Só para rubro-negros e/ou amantes de futebol em geral. Perdoem-me aqueles que dizem que meu blog só tem Petrobras e futebol. Em minhas veias aparentemente corre sangue viscoso, sim, mas rubro-negro, não apenas negro.
* * *
Ney Franco - explorando os limites da paciência humana
Deve ser dura, muito dura, a vida dos cada vez mais raros defensores do polêmico técnico ipatinguense do Flamengo. Mesmo pros mais teimosos fãs do enigmático retranqueiro já não está sendo possível manter a antiga pose. Pois ninguém agüenta mais escutar os únicos argumentos dessa turma às críticas pela pífia campanha que o Flamengo vem fazendo no Brasileiro: a Copa do Brasil 2006 (cujos créditos devem ser divididos com Waldemar), a Taça Guanabara e o Carioca de 2007.
Não há motivo para se diminuir o mérito de tais conquistas, mas, cá entre nós, há que se relevar que um desses títulos foi conquistado sobre o nosso cliente preferencial, o eterno vice, uma equipe incapaz de nos tirar títulos, outro sobre o simpático tricolor suburbano, o inofensivo Madureira e outro sobre o não tão simpático alvinegro, a versão século XXI do Ameriquinha, time médio que nada, nada e morre na praia. Em última análise, vencer esses adversários é quase que uma obrigação estatutária no Flamengo, não servindo portanto de salvo-conduto para justificar as perigosas experiências de miniaturização do colosso Flamengo que o estrategista mineiro vem promovendo à revelia da herança genética do clube.
Os resultados obtidos até agora por esse Flamengo-nano que Ney Franco quer nos empurrar goela abaixo no Brasileiro já deveriam ser suficientes para que se desistisse definitivamente dessa experiência desumana que vem torturando impiedosamente milhões de pessoas dia a dia. Mas, sabe-se lá por que, Nei Franco continua a fazer o papel de um Dr. Mengele caboclo que tenta exterminar algumas das mais caras tradições rubro-negras, como a busca incansável pelo gol e a incapacidade de jogar fechadinho esperando uma chance de contra-ataque.
Ney Franco já extrapolou os limites da paciência porque seu mineirismo, sua impassividade diante dos abismos dão a impressão que não sabe o que é o Flamengo, que não o compreende em toda a sua grandeza e complexidade cósmica. Será que ele não entendeu que o Flamengo é uma superpotência e que não cabe e nem jamais caberá nesses esquemas vietcongues de guerrilha? O Flamengo é muito grande para armar emboscadas, a história nos prova que sempre triunfamos pela força e pela coragem.
Ney Franco parece ser tão matreiro e perspicaz, porque em um ano de trabalho ele ainda não consegue entender o Flamengo? E entender o Flamengo é tão simples. Não é preciso ser um iniciado em rituais secretos ou desvendar conhecimentos arcanos. O Flamengo é simples porque aos simples pertence e deles se constitui a maior parte de sua massa. Basta estar atento aos sinais.
Ney Franco, a torcida já deixou bem claro que quer o seu (dela) Flamengo de volta. O Flamengo que pode até não vencer, mas que luta até o último segundo. Ney faça o dever de casa, ouça o Hino do Flamengo todos os dias antes de sair para o serviço. Os sinais são muito evidentes e não há motivo para serem mal interpretados. A torcida quer de volta o Flamengo que vibra, o Flamengo que é fibra. Ney será que para você é tão difícil assim entender o significado da frase Vencer, vencer, vencer?
Até os mais robotizados dos stormtroopers das brigadas Neyzistas já começam dar sinais de que perceberam o inconfundível aroma da mussarela derretida tomando conta do ambiente. Fica cada dia mais claro que quem critica a espúria ipatinguização do Flamengo está preocupado com o futuro da Nação Rubro-Negra e não comparando coleções de figurinhas. Portanto vamos esquecer a CB, a TG e o Carioca e olhar para frente.
A discussão tem que ser qualificada sob o risco de se tornar apenas mais uma campanha pela substituição de um técnico por outro. Essas quarteladas no Flamengo costumam ter resultados desastrosos. O protocolo do futebol brasileiro é implacável: técnico que perder 3 partidas seguidas vai pro ovo. Ney Franco já empatou 5, ou seja, já perdeu 10 pontos, um a mais do que 3 derrotas provocariam. Podemos até não concordar administrativamente, mas tradição é tradição. Tem que respeitar. Se empatar mais duas não precisa nem esperar pelas 3 derrotas. Do jeito que tá é que não pode ficar.
Mengão Sempre
* * *
Ney Franco - explorando os limites da paciência humana
Deve ser dura, muito dura, a vida dos cada vez mais raros defensores do polêmico técnico ipatinguense do Flamengo. Mesmo pros mais teimosos fãs do enigmático retranqueiro já não está sendo possível manter a antiga pose. Pois ninguém agüenta mais escutar os únicos argumentos dessa turma às críticas pela pífia campanha que o Flamengo vem fazendo no Brasileiro: a Copa do Brasil 2006 (cujos créditos devem ser divididos com Waldemar), a Taça Guanabara e o Carioca de 2007.
Não há motivo para se diminuir o mérito de tais conquistas, mas, cá entre nós, há que se relevar que um desses títulos foi conquistado sobre o nosso cliente preferencial, o eterno vice, uma equipe incapaz de nos tirar títulos, outro sobre o simpático tricolor suburbano, o inofensivo Madureira e outro sobre o não tão simpático alvinegro, a versão século XXI do Ameriquinha, time médio que nada, nada e morre na praia. Em última análise, vencer esses adversários é quase que uma obrigação estatutária no Flamengo, não servindo portanto de salvo-conduto para justificar as perigosas experiências de miniaturização do colosso Flamengo que o estrategista mineiro vem promovendo à revelia da herança genética do clube.
Os resultados obtidos até agora por esse Flamengo-nano que Ney Franco quer nos empurrar goela abaixo no Brasileiro já deveriam ser suficientes para que se desistisse definitivamente dessa experiência desumana que vem torturando impiedosamente milhões de pessoas dia a dia. Mas, sabe-se lá por que, Nei Franco continua a fazer o papel de um Dr. Mengele caboclo que tenta exterminar algumas das mais caras tradições rubro-negras, como a busca incansável pelo gol e a incapacidade de jogar fechadinho esperando uma chance de contra-ataque.
Ney Franco já extrapolou os limites da paciência porque seu mineirismo, sua impassividade diante dos abismos dão a impressão que não sabe o que é o Flamengo, que não o compreende em toda a sua grandeza e complexidade cósmica. Será que ele não entendeu que o Flamengo é uma superpotência e que não cabe e nem jamais caberá nesses esquemas vietcongues de guerrilha? O Flamengo é muito grande para armar emboscadas, a história nos prova que sempre triunfamos pela força e pela coragem.
Ney Franco parece ser tão matreiro e perspicaz, porque em um ano de trabalho ele ainda não consegue entender o Flamengo? E entender o Flamengo é tão simples. Não é preciso ser um iniciado em rituais secretos ou desvendar conhecimentos arcanos. O Flamengo é simples porque aos simples pertence e deles se constitui a maior parte de sua massa. Basta estar atento aos sinais.
Ney Franco, a torcida já deixou bem claro que quer o seu (dela) Flamengo de volta. O Flamengo que pode até não vencer, mas que luta até o último segundo. Ney faça o dever de casa, ouça o Hino do Flamengo todos os dias antes de sair para o serviço. Os sinais são muito evidentes e não há motivo para serem mal interpretados. A torcida quer de volta o Flamengo que vibra, o Flamengo que é fibra. Ney será que para você é tão difícil assim entender o significado da frase Vencer, vencer, vencer?
Até os mais robotizados dos stormtroopers das brigadas Neyzistas já começam dar sinais de que perceberam o inconfundível aroma da mussarela derretida tomando conta do ambiente. Fica cada dia mais claro que quem critica a espúria ipatinguização do Flamengo está preocupado com o futuro da Nação Rubro-Negra e não comparando coleções de figurinhas. Portanto vamos esquecer a CB, a TG e o Carioca e olhar para frente.
A discussão tem que ser qualificada sob o risco de se tornar apenas mais uma campanha pela substituição de um técnico por outro. Essas quarteladas no Flamengo costumam ter resultados desastrosos. O protocolo do futebol brasileiro é implacável: técnico que perder 3 partidas seguidas vai pro ovo. Ney Franco já empatou 5, ou seja, já perdeu 10 pontos, um a mais do que 3 derrotas provocariam. Podemos até não concordar administrativamente, mas tradição é tradição. Tem que respeitar. Se empatar mais duas não precisa nem esperar pelas 3 derrotas. Do jeito que tá é que não pode ficar.
Mengão Sempre
segunda-feira, junho 11, 2007
Ora essa.
Eu ainda amo o Bruno e ainda quero uma camisa verde-fluorescente pra ficar qui nem qui ele.
Mesmo ele tendo feito exatamente a mesmíssima coisa de novo. Mas sim, claro, o mérito é do batedor. =P
Eu ainda amo o Bruno e ainda quero uma camisa verde-fluorescente pra ficar qui nem qui ele.
Mesmo ele tendo feito exatamente a mesmíssima coisa de novo. Mas sim, claro, o mérito é do batedor. =P
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Eu teria um desgosto profundo,
Ninguém merece...
domingo, maio 06, 2007
Eu deveria ter guardado o centésimo pra algo mais emocionante.
Mas flamenguista se acostumou a ser desconfiado. Apaixonado, desesperado, e desconfiado. Prefiri agir de forma indiferente, como se não tivesse uma final prestes a acontecer, como se eu não tivesse passado a semana inteira ouvindo provocações variadas de variadas torcidas - a tal torcida arco-íris - e como se eu realmente não me importasse com a aposta sugerida por um botafoguense.
Foram horas de sofrimento necessário. Porque aparentemente não tem graça ganhar com facilidade, não tem graça defender todas as bolas, não tem graça converter todos os chutes a gol, não tem graça um único escanteio. Há a necessidade de 4 escanteios seguidos, em uma mesma jogada, nenhum deles resultando em gol. Há a necessidade de errar passes, há a necessidade de cobrar lateral de uma maneira inexplicável, há a necessidade de expor o goleiro para que ele se estique ao máximo, há a necessidade de não marcar, de abrir espaço pro outro time crescer, e há a necessidade de admirar a bola passando em direção a rede.
Porque a torcida rubro-negra gosta de sofrer e sair depois de cabeça erguida. Porque ver um primeiro tempo imprensado no sofá, angustiado, compensa o 2o tempo corrido. Porque ver o Flamengo marcar um gol e assistir o desempate em menos de 8 minutos vale pelo gol do empate. Porque ver a bola entrar pelo lado esquerdo do Bruno vale esperar o cartão vermelho levantado para Dodô - abusado e sem respeito pelo manto sagrado. E porque ver o Bruno deixar entrar duas cobranças de penalti vale pela comemoraçao do placar final - graças ao Max.
Afinal, como bem lembrou o Leandro, "ele me mata, me maltrata, me arrebata de emoção o coração". E a torcida rubro-negra precisava sofrer, morrer, angustiar-se e ficar em silêncio - um silêncio ouvido da varanda do apartamento na Tijuca - para finalmente explodir em gritos. Gritos que fizeram os brasilienses, os nordestinos, os japoneses se apaixonarem pelo Flamengo. Gritos que me lembram a todo momento porque eu sou flamenguista. E porque o João estava certo quando disse o "Meça suas palavras..." no último jogo...
E esse domingo, ainda que eu não tenha ido ao Maracanã ver o time que sou fã jogar, a emoção ultrapassou os muros do estádio e veio pelo ar, invadindo a sala, enquanto diminuíamos o volume da tv para ouvir o "Meeeengoooo" ser entoado como um mantra antes, durante e depois do jogo.
Eu também teria um desgosto profundo...
Mas flamenguista se acostumou a ser desconfiado. Apaixonado, desesperado, e desconfiado. Prefiri agir de forma indiferente, como se não tivesse uma final prestes a acontecer, como se eu não tivesse passado a semana inteira ouvindo provocações variadas de variadas torcidas - a tal torcida arco-íris - e como se eu realmente não me importasse com a aposta sugerida por um botafoguense.
Foram horas de sofrimento necessário. Porque aparentemente não tem graça ganhar com facilidade, não tem graça defender todas as bolas, não tem graça converter todos os chutes a gol, não tem graça um único escanteio. Há a necessidade de 4 escanteios seguidos, em uma mesma jogada, nenhum deles resultando em gol. Há a necessidade de errar passes, há a necessidade de cobrar lateral de uma maneira inexplicável, há a necessidade de expor o goleiro para que ele se estique ao máximo, há a necessidade de não marcar, de abrir espaço pro outro time crescer, e há a necessidade de admirar a bola passando em direção a rede.
Porque a torcida rubro-negra gosta de sofrer e sair depois de cabeça erguida. Porque ver um primeiro tempo imprensado no sofá, angustiado, compensa o 2o tempo corrido. Porque ver o Flamengo marcar um gol e assistir o desempate em menos de 8 minutos vale pelo gol do empate. Porque ver a bola entrar pelo lado esquerdo do Bruno vale esperar o cartão vermelho levantado para Dodô - abusado e sem respeito pelo manto sagrado. E porque ver o Bruno deixar entrar duas cobranças de penalti vale pela comemoraçao do placar final - graças ao Max.
Afinal, como bem lembrou o Leandro, "ele me mata, me maltrata, me arrebata de emoção o coração". E a torcida rubro-negra precisava sofrer, morrer, angustiar-se e ficar em silêncio - um silêncio ouvido da varanda do apartamento na Tijuca - para finalmente explodir em gritos. Gritos que fizeram os brasilienses, os nordestinos, os japoneses se apaixonarem pelo Flamengo. Gritos que me lembram a todo momento porque eu sou flamenguista. E porque o João estava certo quando disse o "Meça suas palavras..." no último jogo...
E esse domingo, ainda que eu não tenha ido ao Maracanã ver o time que sou fã jogar, a emoção ultrapassou os muros do estádio e veio pelo ar, invadindo a sala, enquanto diminuíamos o volume da tv para ouvir o "Meeeengoooo" ser entoado como um mantra antes, durante e depois do jogo.
Eu também teria um desgosto profundo...
segunda-feira, abril 30, 2007
Mas e o jogo, hein? Que que foi aquilo, minha gente...

Depois de um silêncio quase sepulcral, quebrado timidamente pela Raça que se esforçava por manter alto o moral da torcida, aquele penalti surgiu como um raio de esperança.
Não importava se o juiz ainda não tinha dito se seria penalti ou não, não importava se ele iria expulsar o goleiro ou não, não importava nada. O lance, o drible interrompido por um goleiro estúpido sem noção de conseqüência foi o suficiente para que o Maracanã incendiasse aos gritos de "Meeeeeeeeeeeengooooooooooooooooo!"
E eu, que minutos antes questionei o Flamengo e ouvi um "meça suas palavras" muito bem dito pelo João (jovem João muito sábio futebolisticamente falando), não precisei de mais nada para sentir o coração explodir, as pernas ficarem bambas e o grito de alívio, raiva, frustração e rancor vir à garganta.
Porque domingo eu fui ao Maracanã e torci pro time que sou fã.
Não levei foguetes nem bandeiras, e por pouco ele não perdeu o campeonato ainda no primeiro jogo, entregue de bandeja pra um time que passou boa parte dos 90min caindo no chão sabe-se lá porquê.
O meu time pode não ter botado pra ferver, ou ter preferido fazer isso só após 15min do segundo tempo, mas o Maracanã em peso gritou o nome dele, enquanto a torcida botafoguense, coitada, ia diminuindo, diminuindo, diminuindo até sumir...
Pouco importa o empate. O Flamengo do 2o tempo foi o Flamengo, e eu fui ao Maracanã pra ver isso. Ver o MEU time jogar. =)
Depois de um silêncio quase sepulcral, quebrado timidamente pela Raça que se esforçava por manter alto o moral da torcida, aquele penalti surgiu como um raio de esperança.
Não importava se o juiz ainda não tinha dito se seria penalti ou não, não importava se ele iria expulsar o goleiro ou não, não importava nada. O lance, o drible interrompido por um goleiro estúpido sem noção de conseqüência foi o suficiente para que o Maracanã incendiasse aos gritos de "Meeeeeeeeeeeengooooooooooooooooo!"
E eu, que minutos antes questionei o Flamengo e ouvi um "meça suas palavras" muito bem dito pelo João (jovem João muito sábio futebolisticamente falando), não precisei de mais nada para sentir o coração explodir, as pernas ficarem bambas e o grito de alívio, raiva, frustração e rancor vir à garganta.
Porque domingo eu fui ao Maracanã e torci pro time que sou fã.
Não levei foguetes nem bandeiras, e por pouco ele não perdeu o campeonato ainda no primeiro jogo, entregue de bandeja pra um time que passou boa parte dos 90min caindo no chão sabe-se lá porquê.
O meu time pode não ter botado pra ferver, ou ter preferido fazer isso só após 15min do segundo tempo, mas o Maracanã em peso gritou o nome dele, enquanto a torcida botafoguense, coitada, ia diminuindo, diminuindo, diminuindo até sumir...
Pouco importa o empate. O Flamengo do 2o tempo foi o Flamengo, e eu fui ao Maracanã pra ver isso. Ver o MEU time jogar. =)
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Eu teria um desgosto profundo,
Imagem e palavra
quinta-feira, abril 19, 2007
"O gigante colocou o menininho em cima da última árvore ainda sem folhas e sem flores, e a primavera chegou. O coração do gigante, derretido, aproveitava as pequenas alegrias que o muro por tanto tempo o impedira de ver, e de sentir."
E foi mais ou menos assim que eu me senti no Maracanã. Impressionante como um enorme círculo de concreto armado, ferro e plástico adquire vida e torna-se menos amedrontrador visto por dentro, ao som dos gritos de euforia e das músicas que só a torcida flamenguista tem.
Cantar o hino junto com milhares de pessoas, no Maracanã, enquanto o time entrava em campo, entra pra minha lista de desejos a repetir.
E foi mais ou menos assim que eu me senti no Maracanã. Impressionante como um enorme círculo de concreto armado, ferro e plástico adquire vida e torna-se menos amedrontrador visto por dentro, ao som dos gritos de euforia e das músicas que só a torcida flamenguista tem.
Cantar o hino junto com milhares de pessoas, no Maracanã, enquanto o time entrava em campo, entra pra minha lista de desejos a repetir.
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Amigos,
Do nada...,
Eu teria um desgosto profundo
terça-feira, abril 10, 2007

EM DEFESA DO MANTO SAGRADO
Mauricio Neves e Arthur Muhlenberg
Pense no Clube de Regatas do Flamengo por alguns segundos antes de continuar a leitura deste texto. Pensou? Pronto. Bastam alguns segundos para ligar o nome Flamengo ao Maracanã lotado, aos gols de Zico, à paixão de uma torcida tão grande que é chamada de Nação. Mas poderíamos apostar sem medo de errar que todas essas lembranças foram precedidas de uma única, primordial e insubstituível, a partir da qual nasceram todas outras.
Falamos da camisa do Flamengo. A veste que abrigou Domingos da Guia, Valido, Índio, Dida, Fio, Doval, Zico, Júnior, Leandro, Rondinelli e Petkovic. A camisa que vestiu nossos avós, nossos pais, que veste a nós e aos nossos filhos, e que vestirá os filhos de nossos filhos. O Manto Sagrado.
A camisa de listras horizontais rubro-negras é um símbolo maior do que Zico porque foi fundamental para que o menino Arthur Antunes Coimbra se apaixonasse pelo time que também era o time de seu pai. Arthurzico nasceu em lar flamengo respirando vermelho e preto por todos os lados. A camisa do Flamengo é um símbolo mais significativo do que Júnior porque sem ela Júnior seria Leovegildo, um nome difícil perdido na multidão. Por isso Júnior diz: - Esta camisa é a minha segunda pele.
Façamos um acordo: se há, na história do Flamengo, um símbolo mais importante do que Zico e Júnior juntos, este há de ser o símbolo maior do clube. Nelson Rodrigues disse que para os clubes a camisa vale tanto quanto uma gravata, mas ressalvou: menos para o Flamengo. Para o Flamengo a camisa é tudo. Tudo.
E quando qualquer um pensa na camisa do Flamengo, mesmo aquele que não tem a ventura de torcer pelo rubro-negro, a imagem que lhes vêm à cabeça é de uma camisa simples, de listras horizontais alternadas em vermelho e preto e bordadas sobre o coração, em letras brancas, as iniciais CRF.
E assim são as nossas camisas, panos rubro-negros com iniciais em branco, como se fossem dez escudos se espalhando pelo gramado em permanente defesa territorial.
A camisa mudou ao longo dos anos, é verdade. Precisou render-se ao patrocínio, não é mais de pano pesado, os números não são mais costurados e o CRF foi trocado pelo escudo, formando uma absurda composição de escudo sobre escudo. Sobrevive no nosso imaginário, porém, sempre do mesmo modo: listras rubro-negras e CRF no lado esquerdo do peito.
A verdade é que a nós, flamenguistas, apavora a possibilidade de que o nosso fornecedor de material esportivo, a Nike, faça com o Manto Sagrado o mesmo que fez com a camisa da seleção brasileira, transformada em um artigo fashion como outro qualquer, pois teve seu conceito original distorcido com o deslocamento do escudo da CBF da sua posição original, sobre o coração, para o meio da camisa. Não nos parece que o atual modelo possua a aparência e a dignidade que merece uma camisa cinco vezes campeã do mundo. Mas deixemos a seleção de lado e vamos agir enquanto é tempo.
Presidente Márcio Braga, todos os poderes para preservar essa instituição mundial que é o nosso Manto Sagrado repousam em suas mãos. Que seu bom senso, equilíbrio e respeito às nossas mais caras tradições se manifeste, ainda que, inexplicavelmente, em sua gestão tenha sido extinta uma de suas mais tradicionais vice-presidências, a do Patrimônio Histórico.
Como comandante dos poderes constituídos de uma Nação, o Presidente sabe melhor que ninguém que a aparência da nossa camisa não pode ser decidida pela visão inconstante e desapaixonada dos movimentos da moda. A camisa do Flamengo é um monumento. Um patrimônio pertencente à Nação e que deve ser preservado por cada um de nós.
As listras rubro-negras horizontais e as letras brancas foram tombadas pela nossa paixão.
São sagradas. E pedem socorro.
Antes que seja tarde demais.
* * *
E cada vez mais eu tenho ceerteza que eu estou trabalhando no lugar certo...
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Eu teria um desgosto profundo,
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quinta-feira, março 08, 2007
quarta-feira, março 07, 2007
Promessa de campanha.
Independentemente do resultado do jogo de hoje, amanhã o blog retornará às cores originais. Uma vez Flamengo, sempre Flamengo. Mas esse fundo preto tá me dando dor de cabeça já...
E por favor, quando aparecerem por aqui, deixem ao menos um "oi, garota"..
Independentemente do resultado do jogo de hoje, amanhã o blog retornará às cores originais. Uma vez Flamengo, sempre Flamengo. Mas esse fundo preto tá me dando dor de cabeça já...
E por favor, quando aparecerem por aqui, deixem ao menos um "oi, garota"..
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Esta que vos fala,
Eu teria um desgosto profundo
domingo, fevereiro 25, 2007
E de novo...
Eu não gosto de estimular polêmica, mas Vasco vice no ano que o Romário quer marcar o milésimo gol é uma sensação insuperável.
E sem discussões sobre qual é o time mais amado do Brasil (Flamengo ou Corinthians). Nesse domingo meu blog vai vestido a caráter.
Saudações rubro-negras, meus caros.
E sem discussões sobre qual é o time mais amado do Brasil (Flamengo ou Corinthians). Nesse domingo meu blog vai vestido a caráter.
Saudações rubro-negras, meus caros.
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Ao contrário do que possa parecer pela análise dos fatos, este não é um blog sobre futebol. Mas, se essa é a paixão nacional, ao menos umas 4 vezes na vida eu preciso me render (nem que seja pra fazer jus ao título).
Não vi o jogo do Flamengo, que segundo alguns foi fenomenal, apesar do placar.
Minha mãe (que não é lá muito futeboleira, como a maioria das mães) não parou de comentar os balões de oxigênio na lateral do campo, ao qual recorreram os jogadores mais afoitos. No esquema "corre um pouquinho, respira um pouquinho".
Também não vi o jogo do Vasco (o tal contra o Nacional Fast Clube do Amazonas, que segundo um amigo meu não é "Nacional...", é apenas "Fast Clube...". Bem, ele é nacional, não é? Então considerem como um adjetivo genérico, um pontocom da vida.).
Soube que o Vasco ganhou e que a informação demorou a chegar ao resto do país devido à distância e aos inúmeros rios atravessados de barco pelo corajoso desbravador de florestas que lá foi documentar a invasão amazônica dos portugueses.
De qualquer forma, eu soube que sim, houve fraude na eleição do Vasco. (Mas não diga? Verdade???)
O perito afirma que há fortes indícios de que o resultado seria diferente, considerando-se os votos irregulares e a diferença final entre os candidatos.
Ou seja: agora a Justiça só mantém isso do jeito que está se tiver interesses desconhecidos no caso. Não sei que interesses seriam esses, mas falamos do Judiciário, aquele que tem as sentenças mais perfeitas e o mesmo que decide coisas que nem nós, advogados, entendemos.
(Na verdade eu costumo não entender sentença. Acho que todo juiz é um escritor frustrado. Exatamente como eu e meus pareceres sobre inexigibilidade de licitação em 6 páginas - precisa de tanto, Sarita? Não, não precisa, mas eu não resisto.)
E o vencedor da eleição do Vasco já disse que a CBF é dele. Não ficaria admirada em descobrir que o Judiciário também é...
Não vi o jogo do Flamengo, que segundo alguns foi fenomenal, apesar do placar.
Minha mãe (que não é lá muito futeboleira, como a maioria das mães) não parou de comentar os balões de oxigênio na lateral do campo, ao qual recorreram os jogadores mais afoitos. No esquema "corre um pouquinho, respira um pouquinho".
Também não vi o jogo do Vasco (o tal contra o Nacional Fast Clube do Amazonas, que segundo um amigo meu não é "Nacional...", é apenas "Fast Clube...". Bem, ele é nacional, não é? Então considerem como um adjetivo genérico, um pontocom da vida.).
Soube que o Vasco ganhou e que a informação demorou a chegar ao resto do país devido à distância e aos inúmeros rios atravessados de barco pelo corajoso desbravador de florestas que lá foi documentar a invasão amazônica dos portugueses.
De qualquer forma, eu soube que sim, houve fraude na eleição do Vasco. (Mas não diga? Verdade???)
O perito afirma que há fortes indícios de que o resultado seria diferente, considerando-se os votos irregulares e a diferença final entre os candidatos.
Ou seja: agora a Justiça só mantém isso do jeito que está se tiver interesses desconhecidos no caso. Não sei que interesses seriam esses, mas falamos do Judiciário, aquele que tem as sentenças mais perfeitas e o mesmo que decide coisas que nem nós, advogados, entendemos.
(Na verdade eu costumo não entender sentença. Acho que todo juiz é um escritor frustrado. Exatamente como eu e meus pareceres sobre inexigibilidade de licitação em 6 páginas - precisa de tanto, Sarita? Não, não precisa, mas eu não resisto.)
E o vencedor da eleição do Vasco já disse que a CBF é dele. Não ficaria admirada em descobrir que o Judiciário também é...
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