quinta-feira, abril 19, 2007

"O gigante colocou o menininho em cima da última árvore ainda sem folhas e sem flores, e a primavera chegou. O coração do gigante, derretido, aproveitava as pequenas alegrias que o muro por tanto tempo o impedira de ver, e de sentir."

E foi mais ou menos assim que eu me senti no Maracanã. Impressionante como um enorme círculo de concreto armado, ferro e plástico adquire vida e torna-se menos amedrontrador visto por dentro, ao som dos gritos de euforia e das músicas que só a torcida flamenguista tem.
Cantar o hino junto com milhares de pessoas, no Maracanã, enquanto o time entrava em campo, entra pra minha lista de desejos a repetir.

5 comentários:

  1. Anônimo10:26 PM

    Maracanã? so fui ver chegada de papai noel mesmo.

    so irei no maracana na copa de 2014 e olhe la...

    isso se ainda estiver vivo.

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  2. Anônimo7:46 AM

    Meu olho encheu de água só de ler. J, vc não sabe o que está perdendo...

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  3. Eu já sei desse prazer há muito tempo. Uma das melhores coisas a serem feitas.

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  4. Anônimo4:28 PM

    Viva as diferenças...

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  5. Anônimo12:01 AM

    (J está de volta, tão polêmico e sutil quanto antes. Parece até dar de ombros enquanto escreve...)

    Maracanã é mesmo viciante, Leandro. Você tinha razão. E lá dentro parece que tudo fica muito mais simples! Pode ser criada toda uma filosofia de vida com o que se vê lá...

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